quinta-feira, 17 de março de 2016

Histórias de resgates

Três histórias



Felizmente a mídia, de um modo geral, tem revelado atitudes voluntárias,  individuais ou de grupos de pessoas, que provam que existem pessoas bacanas, generosas e dignas, sempre dispostas a ajudar animais em situações que configuram verdadeira aventura. Na terça-feira, dia 15, um filhote de cachorro foi resgatado após entrar embaixo do asfalto em uma rua de São José, na Grande Florianópolis.  O trabalho de resgate durou cerca de três horas e meia durante a madrugada. Suspeita-se que o animal, de aproximadamente 45 dias, tenha parado debaixo do asfalto através de uma tubulação. Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros , que fez o resgate.
Já em Uberlândia, um cão foi encontrado amarrado em uma árvore na segunda-feira, no bairro Santa Mônica, com sinais de maus-tratos, sem água e sem comida. A Polícia Militar do Meio Ambiente chegou ao local após denúncia. Foi feito registro de ocorrência e diligências na região, mas não foi encontrado o autor. Uma moradora do bairro ficou com a guarda provisória do cão. Vale ressaltar que o sargento Eduardo Venâncio explicou que maus - tratos configura crime previsto na Lei dos Crimes Ambientais.
Em Goiás, na região de Valparaíso, moradores se sensibilizaram com a situação de um cachorro que ficou preso em uma grande erosão próximo a BR-040. O animal de grande porte estava no local há três dias, sem se alimentar e bebendo água de chuva. Também o corpo de Bombeiros foi acionado que, usando técnica de rapel, resgatou o animal. O cachorro ficou aos cuidados de trabalhadores que estão construindo uma feira na região. Esperamos que depois encontre um lar.
A atitude de pessoas em chamar profissionais especializados para o resgate, tanto quanto o trabalho em si de resgate, feito por esses profissionais, são exemplares. São Francisco de Assis, sem dúvida, está feliz. 

O número que salva vidas.

“O sofrimento, nos animais, é um trabalho de evolução para o princípio de vida que existe neles; adquirem por esse modo os primeiros rudimentos de consciência.”Leon Denis

190 - esse número também salva vidas!



Essa é uma matéria assinada por Vanessa Isabel Leal Salvador Bizinotto, estudante de Medicina Veterinária da UNIUBE e assessora de marketing do GEAS-UNIUBE. Ela também coordena o Projeto Mini-Vet. Vanessa empresta seu nome à coluna para falar desse importante tema que envolve animais silvestres.

“Motorista encontra cobra no capô da caminhonete”; “Polícia é chamada para tirar tamanduá de estação de ônibus”; “Dona de casa abre a porta e encontra filhote de suçuarana na garagem de casa”; “Garoto soltando pipa com linha de cerol corta asa de Periquito-maracanã”. Notícias como estas estão se tornando cada vez mais comuns. O crescimento das cidades está tomando a casa dos animais, e, à procura de comida e abrigo, eles estão vindo morar em nossas casas. O que você faria se fizesse parte dessas notícias?

A resposta deveria ser de conhecimento geral: não faça nada com o animal e contate profissionais para resgatá-lo.

Em qualquer uma das notícias, o certo a se fazer seria contatar a polícia ambiental (190) ou os bombeiros (193), que são profissionais extremamente capacitados para agirem em qualquer uma dessas situações. Eles possuem treinamentos para evitar ataques, capturar o animal sem machucá-lo, destiná-lo para exames veterinários rápidos para confirmar se não há algum ferimento, e levá-lo para soltura em um local seguro e afastado da cidade.

Ao se deparar com qualquer animal desconhecido, várias pessoas tentam espantá-los, e até mesmo matá-los. Gambás órfãos estão chegando ao Hospital Veterinário de Uberaba porque suas mães foram mortas à vassouradas e pontapés; urubus precisam de atendimento médico após serem agredidos por pessoas enquanto se alimentavam; filhotes de coruja necessitam de curativos em suas patas após caírem de ninho e serem atacadas por um cachorro que estava passeando com seu dono. Isso é rotina para um Médico Veterinário de animais silvestres.

Não é culpa desses animais estarem vindo para cidade, e muito menos uma escolha. Com toda certeza, todos esses bichinhos se sentem mais seguros longe do território urbano, mas com os desmatamentos para construção de novos prédios, rodovias, plantações e outras estruturas para humanos, eles ficam sem um lugar para morar. E para onde mais iriam?

Por mais difícil que seja manter a calma ao se deparar com um animal silvestre, ou, em alguns casos, se conter para não adotá-lo (fato bem comum entre pessoas que resgatam maritacas e papagaios), o certo é comunicar autoridades para que eles voltem à natureza.

Filhotes órfãos raramente sobrevivem, machucados graves quase nunca são cicatrizados e os animais silvestres adotados normalmente não recebem alimentação e ambiente adequados para viverem.  Além disso, todos eles têm um papel importante na natureza.

Trabalhe pela preservação da natureza para que os animais silvestres possam viver em seu ambiente natural. Tenha certeza de que será sempre melhor para eles que você os veja ao fazer trilhas ou ao acampar, do que na casa de alguém, no zoológico ou empalhado em um museu como um animal extinto.”


terça-feira, 15 de março de 2016

pets são belos modelos de pinturas em aquarela



Modelos de aquarelas!


...e quem pensa que eles não são eternizados em pinturas, como os "retratos" que a gente vê de pessoas? Sim eles podem e são belos modelos para aquarelas. Formosura é que não falta. Achei lindo esse trabalho (da página Art People Gallery) publicado por um amigo carioca em sua página do face. E aí a homenagem, aos pets e aos artistas plásticos das aquarelas. Para fazer o blog ficar mais bonito, além de informativo.




         

domingo, 13 de março de 2016

Troca de amor garante qualidade de vida!

Zooterapia: troca de amor garante qualidade de vida!



Vereadora Denise Max, como sempre, coloca a mão na massa e faz funcionar o projeto  Zooterapia, que  já sendo sendo executado nos asilos de Uberaba. Denise e seus assessores Marileide Campos, Mara Frange, Sergio Meccheri e a voluntária Daniela Cartafina  estiveram visitando  alguns asilos,  levando cães para fazer um pouco de companhia para os velhinhos. 

Esse projeto, além de ter sido implantado em algumas casas de acolhidas para idosos também foi apresentado para a Associação dos Voluntários do Hospital de Clínicas da UFTM – AVHC que estuda a possibilidade de implantar o projeto no Hospital das Clinicas de Uberaba. Vale ressaltar que, esse tipo de terapia utilizando animais já está sendo implantado em vários hospitais e clinicas de reabilitação e de recuperação do País, principalmente nas capitais.

Essa terapia é muito utilizada em pacientes idosos, criança e adultos com necessidades especiais ou com problemas psicológicos. A terapia com cães e outros animais de estimação não promete a cura de doenças, mas resulta em benefícios para os pacientes, como por exemplo: melhora da capacidade motora; sistema imunológico mais resistente; amenização da depressão e ansiedade; diminuição da pressão sanguínea; aumento de sociabilidade e de auto-estima, além da sensação de melhora e bem estar.
O contato com animais vem proporcionando um aumento da afetividade, do ânimo e da socialização dos idosos; se antes essas pessoas se mostravam fechadas e entediados com a rotina do asilo, após essa terapia, os idosos passam a conversar mais uns com os outros, compartilham experiências de vida, relembram os animais de estimação que tiveram e conseguem sair da rotina.


Há relatos de especialista que após a instituição adotar um mascote, muitos idosos recuperaram a saúde e passaram a sorrir mais.

A fidelidade de um cão

Fidelidade canina


Quando queremos elevar a um expoente maior a fidelidade de uma pessoa, dizemos que essa pessoa tem uma fidelidade canina. Não à toa. A expressão nasce, naturalmente, em referência ao maior exemplo de fidelidade que existe, que é do cão para com o homem. A todo instante lemos ou ouvimos histórias incríveis que provam esse caráter do cão. 

Em primeiro lugar, todo mundo sabe que, para os cães, não importa morar em um lugar bacana, cheio de frescuras. Eles querem mesmo é o carinho e a amizade de seus donos (agora corretamente chamados de tutores). Claro que muitos de nós pensam no melhor para eles, no mais confortável, porque queremos ver nossos pets se sentirem fisicamente bem. E isto é muito bom e um sinal de respeito por eles. Eles, certamente, merecem. 

Sabemos de casos que em que os donos vão para o hospital e o cão fica na porta esperando incontáveis dias. Conhecemos milhares de aventuras em que é o cão que resgata o dono. Enfim, isso é a tal “fidelidade canina”.

 Nos Estados Unidos, acabam de ser divulgadas pela polícia de Suffolk, imagens feitas de um helicóptero, mostrando um cão fiel esperando ao lado de seu dono, Martin Kay, de 67 anos, depois que o homem ficou preso em um campo lamacento durante uma caminhada em Thornham Parva. A polícia usou o helicóptero para resgatar Martin Kay durante o incidente ocorrido em 18 de janeiro. Um amigo ligou para a emergência depois que tinha ido até sua casa e descobriu que ele não estava, algo totalmente fora da rotina dele. O homem permaneceu por 7 horas preso na lama até ser regatado. O vídeo só foi divulgado agora.
E assim sempre vamos ouvir histórias que são exemplos de fidelidade canina.




sábado, 12 de março de 2016

Dia Nacional dos animais abandonados

Dia Nacional dos Animais – Como você pode ajudar no combate ao abandono?

Segunda-feira, dia 14 de março, é o Dia Nacional dos Animais e, para não deixar a data passar em branco, a Dra. Gabriela Muniz escreveu um artigo sobre um problema que aflige um número imenso de animais: o abandono. Segundo a Organização Mundial da Saúde, estima-se que, só no Brasil, existam mais de 30 milhões de animais abandonados, sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Mas, como podemos fazer a nossa parte e contribuir para a ajudar na redução desse número? Confira a seguir!



Por Gabriela Muniz

A população de cães e gatos cresce descontroladamente a cada dia, contudo, poucos que nascem conseguem ter um dono e uma vida descente. Segundo a Organização Mundial da Saúde, estima-se que, só no Brasil, existam mais de 30 milhões de animais abandonados, sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Em cidades de grande porte, para cada cinco habitantes há um cachorro. Destes, 10% estão abandonados. Trata-se de uma situação preocupante, na qual a castração pode ajudar muito.

Para se ter uma ideia, cada casal de cachorro que deixa de ser castrado tem a capacidade gerar 80 mil animais descendentes em apenas 10 anos. No caso dos gatos esse número é de 70 mil filhotes. Assim, mesmo com ONGs e protetores se esforçando e correndo contra o tempo para arrumar um lar para esses animais, ainda não é possível alocar todos eles, imagina daqui alguns anos com esses novos milhares. Dessa forma, se nada for feito a respeito, o ciclo irá continuar se repetindo, com mais animais de rua, mais gestações indesejadas, mais ninhadas abandonadas e assim por diante.

Mas, como você pode ajudar com a redução desses números? Para reduzir o número de animais abandonados em todo o país é essencial que a população se conscientize sobre a importância da castração. Essa atitude, por mais simples que seja, contribui para que seu pet tenha uma vida mais saudável, além de, ajudar a salvar a vida de muitos outros animais que não possuem a mesma oportunidade de ter um lar e receber os cuidados básicos que precisam.
As vantagens do procedimento são muitas, como a redução do risco de doenças como câncer de mama, útero, próstata, testículos e infecções, a eliminação da gravidez psicológica e a diminuição no roubo de animais de raça para a procriação e venda clandestina.
É importante ressaltar que a castração é a única saída para reduzir o número de animais de rua, assim como as doenças transmitidas por cães e gatos. Com o objetivo de contribuir para a mudança dessa realidade, estamos realizando na Clínica Veterinária Cuidar uma campanha de “Castração Solidária”, na qual oferecemos cirurgias de castração a preços acessíveis. Antes da cirurgia, o animal passa por uma consulta completa onde a equipe pode solicitar os exames pré-operatórios, verificar a possibilidade de doenças concomitantes e explicar todo o procedimento da cirurgia para o tutor do pet, com toda a segurança e orientação necessárias para o sucesso do procedimento.

Faça a sua parte você também! Se tiver interesse em fazer o agendamento ou tirar dúvidas, basta entrar em contato pelo telefone (11) 5572-9959. Estarei à disposição para te atender! E, lembre-se, na hora de escolher um novo companheiro, priorize a adoção. Por mais que cachorros e gatinhos de raça sejam lindos, fofos e famosos, não faltam animais dóceis, amorosos e cheios de energia esperando por um lar. Juntos, tenho certeza que podemos mudar essa realidade!

Gabriela Muniz é formada em Medicina Veterinária e proprietária da Clínica Veterinária Cuidar.


sexta-feira, 11 de março de 2016

Emoções decodificadas

Emoções decodificadas

Um estudo realizado em Londres pela Universidade de Sussex,  revelou que os cavalos podem reconhecer diferentes expressões faciais humanas e distinguir alegria de raiva, por exemplo.
Os pesquisadores analisaram a reação de 28 cavalos e as conclusões foram publicadas na revista “Biology Letters”. No experimento, os pesquisadores mostravam fotografias de rosto de pessoas com pensamentos positivos e negativos.
A co-diretora da pesquisa, Amy Smith explicou que o resultado mais interessante foi descobrir que os cavalos olhavam os rostos raivosos através do olho esquerdo.
É que, como todos os cérebros de mamíferos, a informação que recebem por esta via é transmitida ao hemisfério direito, que é o encarregado de processar os estímulos negativos.
O estudo também revelou que o ritmo cardíaco destes animais aumentava de forma significativa quando ficavam expostos diante de rostos com expressão de ira ou raiva.Outras espécies contemplam as ações negativas por meio do olho esquerdo.
Os cavalos, conforme explicação de Amy Smith, manifestavam uma resposta mais forte diante de expressões negativas. O que se atribui ao reconhecimento de possíveis ameaças em seu entorno.Uma espécie de “alarme” que permite aos cavalos se antecipar a comportamentos humanos negativos.
Para os cientistas, o reconhecimento das emoções das pessoas se encontra na domesticação, que teria permitido aos eqüinos se adaptar e interpretar a conduta dos humanos, homens ou mulheres.
Tudo isto quer dizer, em resumo, que o comportamento humano tem grande impacto sobre os animais.